É o título do artigo publicado na edição do Jornal de Brasília de sábado, 27/6, pelo secretário de Educação, José Luiz Valente, e o subsecretário de Gestão Pedagógica e Gestão Educacional, Rubens Martins, tratando do uso da tecnologia na rede pública do DF. Confira:
O ambiente de rápidas mudanças no mundo contemporâneo exige a renovação dos sistemas de ensino, a fim de conferir mais eficácia às políticas educacionais, orientadas pelos paradigmas do respeito à diversidade e da garantia da equidade. Tais paradigmas, contudo, somente ganham efetividade num contexto em que as escolas, em sintonia com as diretrizes e orientações centrais, possuam autonomia e condições para implementar ações para a promoção da aprendizagem.Hoje, a garantia da equidade diz respeito a um aspecto fundamental: o acesso a tecnologias informatizadas, uma vez que a informação tende a convergir para os formatos digitais. Por isso, a disponibilização de recursos tecnológicos consiste em um eixo das ações da SEDF - Secretaria de Educação do Distrito Federal.
A tecnologia faz a diferença ao agilizar a comunicação, integrando instâncias e atores a cargo da prestação de serviços educacionais. Nesse sentido, foi elaborado um projeto de conexão entre a SEDF, DREs - Diretorias Regionais de Ensino e escolas, a partir de uma rede de teleconferência, a fim de que as informações possam chegar rapidamente aos tomadores de decisão.
Mas não basta melhorar a comunicação. É preciso promover o enriquecimento tecnológico da sala de aula, para torná-la mais convidativa ao aprendizado, criando um ambiente adequado às demandas do mundo do conhecimento, num importante passo para uma escola pública com efetiva qualidade.
Nessa direção, está sendo priorizada a instalação de computadores nas salas de professores para que os docentes trabalhem seus conteúdos com ferramentas gráficas e visuais. Ainda na perspectiva de incentivo ao acesso e ao uso de tecnologias de informação, há o Programa de Inclusão Digital, que financiou a compra de notebooks para os professores.
A ampliação e melhoria dos laboratórios de informática das instituições educacionais tem sido outra política da SEDF. Este investimento se explica porque muitos alunos de nossa rede pública estão marginalizados do acesso à tecnologia. Assim, o desafio da Secretaria é propiciar uma escola que garanta a igualdade de contato com metodologias, equipamentos e informações que instrumentalizem os alunos com um capital cultural determinante na sua inserção no mercado de trabalho.
Daí a ênfase da SEDF no aprofundamento da Política Educacional de Inclusão Digital, de valorização dos ambientes escolares e de práticas diferenciadas de ensino, por meio de projetos que integrem diferentes ações quanto ao aprimoramento da infraestrutura tecnológica das instituições educacionais, com vistas ao aprimoramento do trabalho do professor.
ASCOM